Buscando um novo rumo que faça sentido nesse mundo louco,Tomo cuidado para que os desequilibrados não abalem minha fé, pra eu enfrentar com otimismo essa loucura que é viver,não menospreze o dever que a consciência te impõe, não deixe pra depois, valorize a vida,Resgate suas forças e se sinta bem, rompendo a sombra da própria loucura.
Cuide de quem corre do seu lado e de quem te quer bem,Essa é a coisa mais pura. Eu faço da dificuldade a minha motivação,A volta por cima, vem na continuação.O que se leva dessa vida é o que se vive o que se faz,
Saber muito é muito pouco.O que importa é se sentir bem, o que importa é fazer o bem.Viver, viver e ser livre,Saber dar valor para as coisas mais simples..
sábado, 20 de agosto de 2011
domingo, 14 de agosto de 2011
CAMPEONATO MUNDIAL DE MOTOS CUSTOMIZADAS DE 2011
O campeonato mundial de construção de motocicletas customizadas ou personalizadas rolou em Dakota do Sul (EUA) no último dia 07 de agosto deste ano do Nosso Senhor de 2011.
Não vou entrar em detalhes porque eu sei que os poucos que frequentam esse blog querem ver moto, curiosidades e outras coisas sem relevância. Mas o campeonato teve participante do mundo todo e pelas motos eu queria ter estado lá.
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| Freestyle 1 º lugar, o Campeão do Mundo, Tavax Engineering (Japão) |
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| Freestyle 2 º lugar, Lamb Engenharia (Reino Unido) |
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| Freestyle 3 º lugar, Kraus Motor Co (EUA) |
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| Freestyle 4 º lugar, V-Twin Mechanic (França) |
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Freestyle 5 º lugar, Conceitos RK (EUA) |
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| Freestyle 6 º lugar, Garage65 (Itália) |
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| Freestyle 7 º lugar, SE Service (Suécia) |
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| Freestyle 8 º lugar, Moscou Harley-Davidson / Fitil Metal Works (Rússia) |
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| Freestyle 9 º lugar, John Reed (EUA) |
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| Freestyle 10 º lugar, Roquechop Design (Canadá) |
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| Modificado Harley-Davidson 1 º lugar, AbnormalCycles (Itália) |
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| Modificado lugar Harley-Davidson 2, Iacona personalizado Ciclos (EUA) |
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| Modificado Harley-Davidson 3 º lugar, Shaw Harley-Davidson (Reino Unido) |
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| Fabricante de produção 1 º lugar, Motos Darwin (EUA) |
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| Local de produção Fabricante 2, Kiwi Indian Motorcycle Co (EUA) |
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| Local de produção fabricante terceiro, Zero Engenharia (EUA) |
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| Desempenho personalizado 1 º lugar, AFT Alfândegas (EUA) |
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| Desempenho local personalizado 2, Fuller Hot Rods (EUA) |
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| Desempenho personalizado 3 º lugar, Conceitos RK (EUA) |
BAR DE MOTOQUEIRO - por Fernando Silva Alves
BAR DE MOTOQUEIRO: E se Hunter Thompson vivesse em Ponta Negra?
Curto muito bar de motoqueiro. Apesar de, é verdade, nunca ter frequentado um. Vai ver meu fascínio por ver um lugar cheio de motocicletas, rapazes e garotas tatuados com roupas negras de motociclista, tomando cerveja, jogando sinuca e ouvindo rock'n roll, tenha a ver com os filmes que eu vi, com o romantismo a la easy rider já perdido no cinema com a morte do ator Denis Hopper, ou de ver James Dean e Marlon Brando nos filmes clássicos das antigas, ou da necessidade de saber se o clima nesses points é realmente legal. Na verdade, pode ser que tudo não deixe de ser mera babaquice minha, e esse pessoal que curte motociclismo apenas seja uma galera chata, careta, que gosta de fazer moda, mas não tem um milímetro de espírito roqueiro. Vai saber? Uma vez, num boteco de Natal, vi uma cena engraçada, quando um grupo de motoqueiros ameaçou tomar de assalto a pequena rua de bares, perto de onde eu morava, e na verdade os caras sentaram no local (uma turba de quarentões e cinquentões bem comportados), e só pediram refrigerante. Isso mesmo, refrigerante, e quando muito, uma garrafinha de água mineral. Os caras (alguns acompanhados de suas digníssimas na garupa) passaram pelo menos umas duas horas no local sem pedir sequer uma batata frita. Não demorou pro dono do bar ficar puto e, pressagiando o prejuízo em manter aquela corja de barbudos sem consumir, sem a menor cerimônia enfrentou a gangue, ordenando que vazassem geral do recinto, e (pasmem), o grupo saiu comportadamente à francesa, sem dar nem um pio. Como diria o personagem do Leão da Montanha: saída estratégica pela direita!!
Os motociclistas que vi em Natal (uma amiga diz que "motoqueiro" é entregador de pizza) são bem diferentes dos impávidos e temidos Hell Angels dos Estados Unidos das décadas de 60 e 70, que foram eternizados em canções da banda Steppenwolf, como Born to be Wild, ou condenados pela opinião pública como um grupo de bandidos motorizados, assassinos fora da lei e desordeiros, que detonaram com dezenas de facadas e golpes de soco inglês um rapaz negro no trágico concerto dos Rolling Stones, em Altamont, no começo da década de 70, num episódio que a própria banda de Mick Jagger, hoje, faz questão de esquecer. Motociclista do Hell Angels era sinônimo de encrenca, e montados numa Harley Davidson faziam horrores na estrada, assustando motoristas incautos, como um enxame de abelhas a zunir pelo asfalto. Ahhh! A mistura de perigo, testosterona, violência e velocidade do grupo, com suas motocicletas iradas, fez a libido de muita gente e era pretexto garantido para se pegar mulher gostosa e tatuada. Afinal, os brutos também amam!
Os motociclistas que vi em Natal (uma amiga diz que "motoqueiro" é entregador de pizza) são bem diferentes dos impávidos e temidos Hell Angels dos Estados Unidos das décadas de 60 e 70, que foram eternizados em canções da banda Steppenwolf, como Born to be Wild, ou condenados pela opinião pública como um grupo de bandidos motorizados, assassinos fora da lei e desordeiros, que detonaram com dezenas de facadas e golpes de soco inglês um rapaz negro no trágico concerto dos Rolling Stones, em Altamont, no começo da década de 70, num episódio que a própria banda de Mick Jagger, hoje, faz questão de esquecer. Motociclista do Hell Angels era sinônimo de encrenca, e montados numa Harley Davidson faziam horrores na estrada, assustando motoristas incautos, como um enxame de abelhas a zunir pelo asfalto. Ahhh! A mistura de perigo, testosterona, violência e velocidade do grupo, com suas motocicletas iradas, fez a libido de muita gente e era pretexto garantido para se pegar mulher gostosa e tatuada. Afinal, os brutos também amam!

Retirado do blog de alexandre machado.blogspot.com
O escritor e jornalista norte-americano Hunter Thompson, conhecido por inaugurar o chamado jornalismo "gonzo" (Artur Veríssimo da revista Trip, no Brasil, parece ser um fiel seguidor), e um junkie de plantão, foi o responsável por desmistificar a figura dos Hells Angels, numa clássica obra do mesmo nome, que revela um belo trabalho de antropologia jornalística. Hunter conviveu com os caras das motos por vários meses, analisando seus hábitos, participando de suas festas, observando suas orgias (quando rolava uma, ao menos); mas, principalmente, relatando seus dramas, quando esses cavaleiros modernos deixavam estacionadas suas carruagens de metal e voltavam pra realidade nua e crua, pegando no batente, assumindo vidinhas toscas, previsíveis e proletárias, sendo, na sua maioria, trabalhadores braçais da construção civil, estivadores, faxineiros, operários ou mecânicos de automóveis, que torravam as economias com a manutenção de suas máquinas, birita e garotas. Ao se reunirem com suas motos à beira da estrada, na entrada dos bares, unidos em grupo, aquela turba de yankess barbudos e cabeludos pobretões acabavam se tornando uma espécie de maçonaria hardcore do fim do sonho americano, com códigos próprios, formas de andar, vestimentas e linguajar acessível somente aos iniciados. Um hell angel tinha que saber primeiro a linguagem do motor: barulhento, rouco, sujo, como uma música do Motorhead, para depois seguir junto à matilha, em mais um passeio em que o menos que importava era saber onde se ia chegar, mas sim que bastava ter a chave, a ignição, e sua motocicleta, para um asfalto percorrer e para combustível gastar. Os Hell Angels inventaram a poesia motorizada!

Hoje, figuras como Thompson morreriam de tédio, ou achariam muita graça dos saudáveis garotos de hoje, que recém-saídos da lactância juvenil, acabam arriscando um porre federal, entre uma ou outra engolida de Jägermeister, misturada com muita cerveja e destilados baratos. Os motociclistas de hoje não arriscariam mais do que uma latinha de cerveja (e olhe lá), sob pena de serem agarrados numa blitz policial, perdendo a carteira de motorista, uma multa altíssima, além de poderem ir pra cadeia se não pagarem fiança, correndo o risco de terem apreendidas suas amadas motocicletas. É! O mundo perdeu um pouco de seu romantismo, quando era divertido brincar de ser perigoso. Mas, hoje, para nós pobres mortais, contribuintes do IPVA nosso de cada dia, é melhor vir de táxi pro bar, ou somente ver os malabarismos rodoviários de motociclistas na tela da TV, assistindo um remake do Selvagem da Motocicleta. Ao menos, please, toquem Steppenwolf! Born to be willllldddd!!!
por Fernando Silva Alves
terça-feira, 9 de agosto de 2011
sexta-feira, 5 de agosto de 2011
terça-feira, 2 de agosto de 2011
Charlie Sheen e a sombra de um disfarce (Beyond the Law) 1992
Moto: Harley-Davidson
Ator: Charlie Sheen
Talvez o papel mais duro e dramático de Charlie Sheen.
Curiosamente este filme também é encontrado com outro título: “Duro e Implacável”. Nele, Dan Saxon (Charlie Sheen) é um policial infiltrado em uma guangue de motociclistas para desmascarar o tráfico de armas e drogas no Arizona.
MOTOQUEIROS SELVAGENS
“Wild Hogs” (2007, EUA) de Walt Becker. Com John Travolta, Tim Allen, William H. Macy, Martin Lawrence, Ray Liotta, Marisa Tomei, Kevin Durand, M. C. Gainey, Jill Hennessy, Dominic Janes
Motoqueiros Selvagens parte de um preceito muito simples, que é o do descontentamento com a vida que sofrem quatro homens lá pelos seus cinqüenta anos. Decidem então, endossar a crise de meia-idade com uma emblemática viagem de moto pelo país, procurando a “liberdade” que tanto desejavam quando adolescentes e hoje não passam de uma lembrança de um momento que esteve prestes a acontecer, mas nunca aconteceu.
Todos os quatro protagonistas sofrem problemas, e são endossados por quatro estrelas de Hollywood, que se ao menos não têm muito talento (exceto por William H. Macy), possuem carisma de sobra, e que conseguem fazer deslizar o filme para os espectadores, e até os mais turrões podem ao menos apreciar um pouco a história. John Travolta interpreta um homem que parece ter a vida dos sonhos, mas acaba de se separar de sua esposa (uma modelo famosa) e descobre que entrou em falência. Procura na viagem uma forma de esquecer seus problemas e tentar se divertir um pouco antes de cair na vida real.
Todos os quatro protagonistas sofrem problemas, e são endossados por quatro estrelas de Hollywood, que se ao menos não têm muito talento (exceto por William H. Macy), possuem carisma de sobra, e que conseguem fazer deslizar o filme para os espectadores, e até os mais turrões podem ao menos apreciar um pouco a história. John Travolta interpreta um homem que parece ter a vida dos sonhos, mas acaba de se separar de sua esposa (uma modelo famosa) e descobre que entrou em falência. Procura na viagem uma forma de esquecer seus problemas e tentar se divertir um pouco antes de cair na vida real.
Leva seus três amigos, daqueles caras que têm vidas tranqüilas no subúrbio, um estilo que o cinema americano já o fez tão normal e corriqueiro, mesmo para os brasileiros. Seus amigos são Martin Lawrence, um cara controlado pela esposa e que trabalha como faxineiro em uma empresa (e é claro, possui uma casa enorme de dois andares), mas que se sente deprimido por não ter conseguido escrever nada no projeto de livro durante um ano sabático; Tim Allen um dentista que queria mudar o mundo, mas não chegou perto disso e que possui um filho que prefere passar mais tempo com o pai do amigo do que com ele; e William Macy, um fanático por computadores, mas que sempre que chega perto de uma mulher fica nervoso e por isso não consegue ter uma namorada.
Logo na primeira cena para não termos dúvidas, o roteiro apresenta cada um dos personagens e os problemas relacionados a cima, para já fixar na mente do espectador quem é quem (e claro, com atores conhecidos defendendo os papeis, o trabalho fica mole) e parte para a viagem. O título Motoqueiros Selvagens é o nome do grupo que eles formaram e se reúnem semanalmente.
Mas na viagem, eles vão se deparar com uma gangue de motoqueiros “de verdade”, mas que prefere se estabelecer num bar do que ir para a estrada. O filme inteiro vai se limitar aos problemas que o quarteto principal vai ter com esses “vilões”, além de um romance entre a personagem de Macy e uma dona de um bar de uma cidadezinha em que eles param, interpretada por Marisa Tomei.
Mas na viagem, eles vão se deparar com uma gangue de motoqueiros “de verdade”, mas que prefere se estabelecer num bar do que ir para a estrada. O filme inteiro vai se limitar aos problemas que o quarteto principal vai ter com esses “vilões”, além de um romance entre a personagem de Macy e uma dona de um bar de uma cidadezinha em que eles param, interpretada por Marisa Tomei.
Tem também uma cena com o policial interpretado pelo ótimo Kevin Durant, (da série Scrubs), que é super engraçada. É claro, todos os protagonistas vão conseguir chegar ao final tendo recuperado aquilo que tinham perdido em algum momento de suas vidas, ou nunca tinham conseguido. O que mais vale no filme, é o visual que a estrada proporciona e ver tantas modelos de Harley Davidson. Motoqueiros Selvagens é um filme para ser assistido em família.
HISTÓRIA DAS CHOPPER'S
Após o fim da Segunda Guerra Mundial, os soldados americanos começavam a voltar para casa. E (lógico) entre estes soldados haviam muitos aficcionados por motocicletas. E eles voltaram com uma idéia na cabeça: queriam pilotar motos tão leves, esportivas e ágeis como as utilizadas pelos exércitos europeus durante a guerra (leia-se BSA, Triumph, Ural, Jawa, etc…).
A primeira providência a tomar, era “atacar” as pesadas Harley-Davidson e Indians Chiefs e despi-las de todas as peças “desnecessárias” e torná-las motos tão leves e ágeis quanto as européias. Assim, os primeiros a dançarem foram os pára-lamas (você nunca irá encontrar um pára-lamas dianteiro numa autêntica bobber), assim como os bancos largos que dão lugar a selins, estribos desaparecem…os tanques reluzentes e cromados vistosos deram lugar a peças polidas e tanques com pintura fosca. Assim nascia o estilo “bobber” que é simbolo de rebeldia e personalidade própria até hoje.
O estilo Bobber permaneceu durante os anos 60 e 70, quando o filme “Easy Rider” (1.969) reacendeu a febre da mudança e assim nasceu a Chopper.
A chopper nasce da remoção ou corte (chopping) de tudo que consideravam parafernália: pára-brisas, pára-lamas, barras de proteção, faróis, piscas etc e assim construíram a Chopper Bobber.
Após isso, era necessária desvincular a Bobber da Chopper, os jovens iniciaram as mudanças da angulação do garfo dianteiro; no tamanho do tanque de gasolina; mudanças na angulação e formato dos guidões; alterações na angulação e forma dos selins; pneus de bitolas diferentes; Inseriram cromados e capricharam na beleza dos detalhes. As Choppers com pneus mais largos atrás também são chamadas de Fat Bastard.
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