E o 1 % ?
Pois é, o 1 %, a exemplo de todo o restante, parece que faz questão de chegar ao Brasil. Dia desses, parado em algum posto por aí, vi um motociclista com um colete e na parte da frente o pacth 1%. Seria cômico se não fosse tragico, pois essa história de um por cento, se aplica onde tudo teve inicio e seus seguidores mais próximos, o que não é o caso do Brasil.
Não é segredo e todos sabemos disso, os mais antigos por experiencias proprias, os mais novos pelas histórias, de que nas decadas de 60/70, o motociclismo era muito dificil.
Nos Estados Unidos, era dificil conseguirmos manter nosso grupo, pois a cada metro rodado, era uma superação a ser vencida, tanto em função dos proprios motociclistas de outros clubes, como da população em geral.
Muitas vezes uma simples cerveja, precisava ser "arrancada" de um bar, pois a simples presença de uma moto a frente, significava confusão.
Como em todos os segmentos da sociedade, haviam os que curtiam a liberdade que até então tinhamos direito, as estradas e a vida nômade que as motos proporcionavam, mas tambem haviam, os que se refugiavam sob a proteção da motocicleta, para fugir de seus acertos sociais.
A garantia estava na segurança que os grupos ofereciam aos seu membros, onde em alguns casos, uma falha de confiabilidade para com outro, era paga com a vida.
Boa parte dos membros dos grupos, dada a dificuldade de superação social que era encontrada, acabava muitas vezes exagerando nas suas necessidades, causando temor e medo, associado a figuras normalmente sujas da poeira das estradas, roupas extravagantes, barbas por fazer e gritos em vez de falas... Coisas essas que eram males necessarios, uma vez que dias nas estradas e motos com constantes problemas, geravam as roupas sujas de pó e graxa. Roupas escuras, encobriam um pouco a sujeira diaria. Gritos eram a unica forma de tornar audível as conversas entre duas ou mais motos, tal o ruído provocado pelos escapamentos quase sempre abertos.
Isso acabou se tornando habito, porem, assustava quem de fora via.
Certa vez, a AMA ( Associação Americana de Motociclismo) fez uma colocação que reputamos como infeliz, quando disse que cerca de 99 por cento dos motociclistas eram pessoas de bem, e apenas 1 por cento era de maus elementos. Nesse "maus elementos" estavam inclusos ex presidiários, foragidos da justiça, assassinos e ladrões, e foi o suficiente para "fortalecer" esse pequeno grupo, então "reconhecido" comos endo um por cento.
Com isso, a situação para o motociclismo, proncipalmente nos Estados Unidos, piorou bastante, uma vez que quando se chegava a uma pequena cidade, para os habitantes era o "1%" que estava chegando, e antes que sequer pedíssemos um copo d'agua éramos recebido com balas.
A situação na época era uma necessidade, onde ou chegavamos "impondo" ou seríamos escorraçados como tantas vezes fomos.
Dessa época, no vai e vem da história, surgem agora no Brasil, os "1%".
A maioria não sabe sequer do porque, ams é americano então é bom....
É praticamente impossível termos no Brasil, esse tipo de "marca", até porque o motociclismo aqui é completamente diferente dos motociclismo la de fora, principalmente do americano.
Será que se essas pessoas que usam o pacth "1%", sabem o que siginifica isso? Será que sua história de prisões, crimes e barbáries justificam isso? Será que seus grupos assaltam e matam, deixando marcas a bala na cabeça da vitima, como é o caso do Pagans MC 1% ?. . Será, será, será... não...com certeza não são isso.
Copiar as vezes é até saudavel, mas ha que se saber com profundidade o que se copia, do contrario pode ser um verdadeiro "tiro no pé".


Nenhum comentário:
Postar um comentário